fevereiro 24, 2010 · Amo Muito, Imagens de outrem · 3 comments

Com minha internet pifada há quase uma semana, chegou a hora de lançar mão de uma tática de guerra: um post visual que tava na pastinha “PRÓXIMOS POSTS” do desktop há mais tempo ainda. Com vocês, mais um da categoria Amo Muito – o arrrtista Daniele Buetti!

How can I know the truth about death?
Is sex work real work?
Does intensity always find its medium?
Does killing time damage eternity?
What can I do for my salvation?
If there were a public execution on television, would I watch it?
If I could erase one memory, what would it be?
Where does strenght como from: pain or lack of vulnerability?
Would you like to be innocent?
What do you feel guilty for?
How much is my body worth?
How can the drops of water know themselves to be a river?
Is failure an option?
What shall I hope for?
What is my mission down here?

Soco no estômago!

bahia

Estou voltando devagarinho. É pra tentar estender o máximo possível o estado quase zen-budista de serenidade em que eu me encontro, depois de um mês na Bahia. Isso inclui manter distância de certos equipamentos e tipos de mídia, vocês sabem.

Eu acredito que quem está atento e disposto é capaz de aprender até com uma viagenzinha de fim de semana pra Praia Grande. Partindo desse pressuposto, dá pra imaginar como anda minha cabeça agora: um caldeirão borbulhante de novas informações, personalidades, paisagens, cores, sons, sotaques, cheiros, toques, sentimentos. E tudo isso volta durante o dia, em qualquer conversa corriqueira, e à noite também, em sonhos conturbados e difíceis de decifrar.

Mas, mais do que decorar na prática a ordem das praias de todo o litoral baiano, do sul àquele nortinho capcioso que só se alcança a partir de Sergipe, tive profundas lições sobre humanos, relacionamentos,  pessoas. Principalmente sobre mim mesma.

Às vezes dói muito.

Mas às vezes brota amor de onde não se espera, amor que te acalanta, que te ensina, te faz chorar, te faz sorrir e, como qualquer amor, te arrebata. E eu, que estou sempre me questionando se sou meio fria, porque costumo não responder a vários eu te amo que ouço de alguns amigos não tão próximos. Não. Sou apenas sincera e conheço a dimensão real dessa palavra. Não existe “amorzinho” nem “amorzão”, existe amor. Mesmo com toda a minha agressividade, intolerância e presunção, o amor brota. É como um milagre.

Esse foi um dos mil pensamentos importantes que tive: continuarei me passando por fria para uns, e me derramando em palavras doces e abraços apertados para outros. O amor é raro; milagres não acontecem todo dia.

Estou voltando devagarinho. Quando puder, escrevo mais. Prometo!

Por que acordar com você é tão bom?

I want

I want to do eveyrthing that I love (especially you)

Our mornings

Our mornings

You look pretty

You look pretty (:

Morning talks

Morning talks

Post dedicado a um loirinho aí…

julho 2, 2009 · Imagens de outrem · 1 comment

let's let it happen
(via Le Love, via Ffffound)

we accept the love we think we deserve
(via I Can Read, via  littlemiss)

when you think you're screwed,
(via I Can Read, via restartmyheart)

setembro 22, 2008 · Imagens de outrem · (No comments)

(via Post Secret)