No que concerne ao caso da moça de vestido rosa na Uniban, acho que todos deveriam ler este texto e pronto, assunto encerrado. É tudo que eu gostaria de dizer! Pontos a serem destacados:
- “A massa não é confiável”, escreveu Freud em Psicologia de massas e análise do eu (1920). (…) O sujeito dissolvido na massa se precipita em atos extremos que jamais – ou sempre? – sonhara praticar.
- Usar a palavra puta como insulto revela o ressentimento do homem diante do desejo sexual da mulher, quando esse desejo não é voltado para ele.
- A expulsão de Geisy me parece pura covardia da direção da Uniban: vamos nos livrar de um problema com o qual não sabemos lidar.
- Se essas manifestações de massa enlouquecidas não são barradas e punidas, as pessoas entendem que estão autorizadas e a barbárie tende a se repetir.
- O freguês, para o comerciante, tem sempre razão. Só que a universidade, ao se comportar como um comércio, se desmoraliza como instituição de ensino e educação.
- Quando Geisy se defende dizendo “eu me visto como quero e como me sinto bem”, ela nem se dá conta de que está tentando corresponder ao padrão de hipersensualidade que vê na publicidade, nas novelas, nos filmes comerciais etc.
- Se a Geisy tinha uma festa mais tarde poderia ter levado o vestido na bolsa e trocado depois das aulas, mas, pelo depoimento dela, me parece que a moça não tem a menor noção da diferença entre, por exemplo, a faculdade e a balada.
- Ela me pareceu, em sua posição isolada, tão tonta e tão alienada quanto a turba que não soube dar uma expressão civilizada ao seu descontentamento.
- A conclusão ficaria por conta de Hannah Arendt: quando o pensamento torna-se supérfluo, abre-se o caminho para a banalidade do mal.
Ou seja, tudo errado: a Geisy (que se erotiza pra se encaixar num padrãozinho escroto), a Uniban (que se posicionou com seguidas atitudes completamente antieducacionais) e, claro, os linchadores (”a moral tradicional” que “explodiu na Uniban com a fúria do retorno do recalcado”).
Geisy, um último recadinho pra você, amyga: pelo amor de Deus, não saia na Playboy!!!
Geisy fubanga !
Pô, deixa ela aproveitar os minutinhos dela na revista. Se já saiu a Hortência e a Marta do basquete, por que não a Jeizy?
Ela realizou o sonho da vida dela: foi entrevistada pela LucianTa Gimenez. Playboy é lucro.
Só pra ficar coerente com o nível atual da “nossa” Educação:
“Concordo em gênero e número igual (sic!!!)”.
Eu até fiquei curioso pra saber como era o tal vestido, mas fiquei com preguiça de procurar qualquer coisa no google imagens. Aliás, não sei nem qual a cara da tal Geisy.
Playboy? Aff!!!
concordo plenamente com o texto muito bom mesmo :-)
O pior é q eu acho q ela vai sair na playboy sim.. :-P
afinal, na nossa atual sociedade de valores invertidos… ou distorcidos no mínimo, não deve ser difícil convencer ela não… mesmo pq, como já foi citado, ela não parece ser muito esperta tb :-/